16.2.12

COI confirma cidades candidatas a sediar as Olimpíadas de 2020

Depois de um período de descanso, o Olimpismo está de volta, começando este ano olímpico de olho no futuro. Nesta quinta-feira, o Comitê Olímpico Internacional anunciou oficialmente as cidades candidatas a sediar os Jogos da XXXII Olimpíada, em 2020.


Em função da crise econômica e da falta de garantias pelo governo italiano, Roma (ITA) desistiu de se candidatar. Assim, serão cinco as cidades que sonham em receber as Olimpíadas seguintes às do Rio, em 2016: Baku (AZE), Doha (QAT), Istambul (TUR), Madri (ESP) e Tóquio (JPN). Apenas esta última (foto) já sediou uma edição olímpica, em 1964.


No dia 23 de maio, na cidade de Quebec, no Canadá, o COI definirá as cidades finalistas, depois de avaliar cada uma das cinco candidatas. A cidade-sede das Olimpíadas de 2020 será decidida na 125ª Sessão do COI, em 7 de setembro de 2013, em Buenos Aires.

20.12.11

Cielo e Murer, novamente os melhores

Foi realizada ontem, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a 13ª edição do Prêmio Brasil Olímpico, a maior premiação do esporte nacional. Foram entregues prêmios aos melhores atletas de cada modalidade, olímpica ou não, e também aos atletas jovens e universitários.


Os mais importantes prêmios da noite foram entregues no final da cerimônia. Pela segunda vez consecutiva, Fabiana Murer, campeã mundial e vice-campeã pan-americana do salto com vara, foi eleita a melhor atleta feminina do ano, concorrendo com Fabiana Beltrame (campeã mundial da categoria single skiff do remo) e Maurren Maggi (tricampeã pan-americana do salto em distância). E, pela terceira vez em quatro anos (ganhara em 2008 e 2009), o nadador César Cielo Filho, bicampeão mundial e pan-americano dos 50 metros livre, além de mais um título mundial (50 metros borboleta) e três ouros pan-americanos, conquistou o prêmio de melhor atleta masculino, ao superar Diego Hypolito (bicampeão pan-americano do solo na ginástica artística) e Emanuel Rego (tricampeão mundial e bicampeão pan-americano no vôlei de praia).


Entre os treinadores, o prêmio no individual ficou com Rosicleia Campos, da equipe brasileira de judô; nos esportes coletivos, o vencedor foi o argentino Rubén Magnano, que ajudou a levar a seleção masculina de basquete a uma Olimpíada depois de 16 anos. O Prêmio Adhemar Ferreira da Silva ficou com Bernard Rajzman, integrante da Geração de Prata do vôlei e chefe da delegação brasileira nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara (o será também nas Olimpíadas de Londres).


Foto: Agência Estado

2.12.11

Que isso tudo nos sirva de alerta



Há mais de um ano (como podemos relembrar aqui), a Grécia vive uma crise financeira das mais sérias, correndo o grande risco de ter que deixar a Zona do Euro. Um dos fatores que podem ter acelerado o alto endividamento grego foram os enormes gastos públicos com a organização dos Jogos Olímpicos de 2004, e o legado nulo que eles deixaram à população ateniense, somando-se a uma série de circunstâncias que acabaram por ser nefastas à economia do país.


Como o Olimpismo lembra, os brasileiros temos que tomar cuidado com os gastos e a ameaça de superfaturamento, tanto das Olimpíadas de 2016, quanto (principalmente) da Copa do Mundo de 2014. Este texto, publicado pela BBC Brasil, explica melhor a situação ora vivida pelos gregos e nos serve de importante aviso para que fiscalizemos nossos organizadores e autoridades responsáveis.

26.11.11

Mais um logo de 2016 é revelado, com direito a uma novidade



Neste sábado, foi inaugurada a versão 2011 da tradicional Árvore de Natal da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Como a empresa responsável pelo evento também será patrocinadora oficial dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, aproveitou-se a ocasião para ser revelado o logotipo oficial dos XV Jogos Paralímpicos, que serão realizados na cidade, de 7 a 18 de setembro do referido ano. O logo foi feito pela agência Tátil, a mesma do logo olímpico, anunciado no dia 31 de dezembro de 2010.


Paralímpicos? Pois é: o Comitê Paraolímpico Brasileiro decidiu mudar o nome das definições de eventos desportivos disputados por atletas portadores de deficiências. Segundo o CPB, ele o fez atendendo a um pedido do IPC, o Comitê Paraolímpico Internacional. O Brasil era o único país de língua portuguesa a usar o termo "paraolímpico" em vez de "paralímpico". Com a mudança, o CPB (agora oficialmente chamado de Comitê Paralímpico Brasileiro) busca uma maior padronização com o que é denominado no restante do mundo.


Com o tempo, o Olimpismo deverá se adaptar à mudança, mesmo admitindo ser difícil no começo. No mais, inicialmente, as duas formas serão aceitas, passando a ser usada a forma "paralímpico" de maneira gradual.

20.11.11

Parapan de Guadalajara comprova a excelente fase do paradesporto brasileiro


Encerrou-se neste domingo a quarta edição dos Jogos Parapan-Americanos, disputada em Guadalajara, no México. Mais uma vez, o Brasil obteve a liderança do quadro de medalhas com certa folga, comprovando a excelente fase que o paradesporto vive em nosso país. Os paratletas brasileiros obtiveram 81 medalhas de ouro, 61 de prata e 55 de bronze - total de 197 medalhas. Os Estados Unidos terminaram em segundo, com 51 ouros (132 medalhas no total), e o anfitrião México em terceiro, com 50 ouros (165 no total). Além disso, o Brasil assumiu a liderança histórica do quadro de medalhas do Parapan, com 336 ouros, 769 no total - ultrapassando o México, que agora tem 309 ouros (809 no total).

Além dos destaques individuais, principalmente no atletismo e na natação, vários esportes coletivos abrilhantaram a participação brasileira na capital do estado mexicano de Jalisco. O futebol de cinco, o golbol (no torneio masculino) e o vôlei sentado conquistaram o ouro e garantiram vaga nas Paraolimpíadas de Londres. O golbol feminino ficou com a prata e também se classificou, o mesmo ocorrendo com o basquete em cadeira de rodas feminino, que ficou com o bronze.

Os próximos Jogos Parapan-Americanos serão disputados de 7 a 14 de agosto de 2015, em Toronto, no Canadá.

12.11.11

Em Guadalajara, todos os limites serão superados


Depois do sucesso dos XVI Jogos Pan-Americanos, encerrados no último dia 30, a cidade mexicana de Guadalajara voltará a receber uma grande festa do esporte nas Américas. Desta vez, será a quarta edição dos Jogos Parapan-Americanos, que começa com a cerimônia de abertura neste sábado, no Estádio Pan-Americano de Atletismo.

Será a segunda vez em que o México receberá o evento - o primeiro Parapan da história foi lá, na Cidade do México (sede do Pan em 1955 e 1975), em 1999. Mar del Plata, que recebeu o Pan em 1995, sediou a segunda edição, em 2003. Mas desde 2007, quando o Parapan foi disputado no Rio de Janeiro, a competição é disputada sempre na mesma cidade que recebera o Pan no mesmo ano, nos moldes do que acontece desde 1988 nas Paraolimpíadas.

Em Guadalajara, competirão quase 1.400 atletas de 23 países. Serão disputadas medalhas em 13 modalidades (atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, ciclismo, futebol de cinco, golbol, halterofilismo deitado, judô, natação, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, tiro com arco e vôlei sentado). A grande maioria das competições será classificatória para os Jogos Paraolímpicos de 2012, em Londres.

O grande destaque deste Parapan deverá ser a briga pela liderança histórica entre mexicanos e brasileiros. Nos três Parapans disputados até hoje, os dois países ganharam o maior número de medalhas de ouro, com os anfitriões deste ano estando apenas três ouros à frente dos anfitriões anteriores (259 do México contra 256 do Brasil). Há quatro anos, disputando em casa, o Brasil obteve o maior número de ouros: 83, com 68 pratas e 77 bronzes. O Canadá foi o segundo colocado no quadro de medalhas, com 49 ouros (112 no total). Estados Unidos e México ficaram com 37 ouros cada, mas os norte-americanos ganharam uma prata a mais (44 a 43).

1.11.11

E ainda houve boatos de que o Pan estava na pior


Encerraram-se os XVI Jogos Pan-Americanos, e pode-se considerar que o saldo foi positivo. Apesar de vários erros no decorrer do processo, os mexicanos foram aprovados na organização de eventos, mais uma vez. Isso prova que o Pan segue seu caminho rumo a uma maior valorização, mesmo que ainda seja conhecido por ser de baixo nível técnico e esnobado por muitos dos maiores atletas do continente, principalmente dos Estados Unidos.

Acredite: isso começou há quatro anos, no Rio de Janeiro. A notável organização do evento de 2007 credenciou os cariocas a receberem as Olimpíadas de 2016 e abriu precedentes para que outras cidades do continente sonhassem em fazer o mesmo. Neste ano, Guadalajara não tinha tantas pretensões - mas o sucesso deste Pan deu aos mexicanos o direito de imaginar que possam voltar a receber os Jogos Olímpicos um dia, já que foram os primeiros latino-americanos a fazê-lo (em 1968, na Cidade do México).

A próxima cidade a receber o Pan, de 10 a 26 de julho de 2015, será a canadense Toronto - o que é um grande fato. A maior cidade da segunda maior economia do continente americano, assim como o Rio era em 2007, sediará os Pan-Americanos com o sonho de sediar a maior festa do esporte mundial - quem sabe em 2024 ou 2028. A capital da província de Ontário é conhecida por ser uma cidade culturalmente rica, acima da média das cidades da América do Norte, por ser um grande destino imigratório. Toronto e várias cidades vizinhas (Hamilton, Burlington, Mississauga, Brampton etc.) prometem fazer os maiores Jogos Pan-Americanos de todos os tempos, e os canadenses têm todas as condições de fazê-los. E os brasileiros estaremos no aguardo. Afinal, o Pan de 2015 será o último estágio antes da festa que iremos receber no ano seguinte, no Rio.

31.10.11

Fechando o Pan com chave (e medalha) de ouro


Neste momento, está sendo realizada no Estádio Omnilife a cerimônia de encerramento dos XVI Jogos Pan-Americanos. E pode-se dizer que esta edição, disputada na cidade mexicana de Guadalajara (que historicamente costuma atrair bons fluidos ao esporte brasileiro), foi histórica para o nosso país: a que marcou um aumento em nossa autoestima, já que a campanha foi melhor do que as previsões mais otimistas.

Mas o último dia também teve suas emoções. O basquete masculino teve sua decisão em dois jogos emocionantes: na disputa do terceiro lugar, os Estados Unidos conquistaram o bronze ao derrotarem a República Dominicana por 94 a 92. Na final, Porto Rico venceu o México nos segundos finais: 74 a 72. Depois de vinte anos, os porto-riquenhos (campeões também entre as mulheres) conquistam o ouro pan-americano no basquete masculino.

No rúgbi de sete, a participação brasileira foi considerada mediana, levando-se em consideração que a modalidade ainda engatinha no Brasil. Nas quartas de final, derrota para o Uruguai por 7 a 0. No início do torneio de consolação, nova derrota: 19 a 14 para o Chile. Restou ao Brasil a disputa do sétimo lugar, em que venceu a Guiana por 26 a 7. Na disputa do bronze, os Estados Unidos venceram os uruguaios por 21 a 17. O equilíbrio se manteve na grande final, com a vitória do Canadá sobre a Argentina por 26 a 24.

Mas o Pan é histórico para o esporte brasileiro por um único motivo, além do recorde de medalhas além fronteiras: até onde se saiba, é a primeira vez em que o Brasil ganha pelo menos uma medalha de ouro por dia. Começou com Thiago Pereira na natação, no dia 15. Mais 46 ouros se passaram até este domingo, quando a maratona masculina foi disputada. Para não perder o hábito, mais uma medalha de ouro para o Brasil: Solonei da Silva completou os 42.195 metros em 2:16'37". Dois colombianos completaram o pódio: Diego Colorado, com 2:17'13", ficou com a prata; Juan Carlos Cardona foi bronze, com 2:18'20". É a quarta vez seguida em que um brasileiro é ouro na maratona: Vanderlei Cordeiro de Lima foi campeão em 1999 e 2003, e Franck Caldeira ganhou em 2007.

No final, os Estados Unidos terminaram na liderança do quadro geral de medalhas, com 92 ouros, 79 pratas e 65 bronzes - impressionantes 236 medalhas no total. Em segundo, terminou Cuba, com 58 ouros (136 no total). O Brasil terminou na terceira colocação: 48 ouros, 35 pratas e 58 bronzes, 141 medalhas no total. O anfitrião México foi o quarto, com 42 ouros (133 no total); o Canadá foi o quinto, com 30 ouros (119 no total).

Foto: Reuters

30.10.11

Brasil garante a melhor campanha fora de seus domínios


O Brasil garantiu o terceiro lugar na classificação geral do quadro de medalhas dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara (repetindo a colocação obtida no Rio, em 2007), apesar da reação do anfitrião México, empurrado pela torcida local e ganhando medalhas a granel - especialmente nos saltos ornamentais, em que ganhou todas as oito medalhas de ouro em disputa. Como era previsto, os cubanos tiveram espetacular desempenho no boxe, garantindo o segundo lugar no quadro, atrás apenas dos Estados Unidos.

Os brasileiros ganharam duas medalhas de ouro neste sábado. No judô, Felipe Kitadai foi o campeão na categoria até 60 quilos. No vôlei, o mistão levado pelo Brasil (mesclando novatos com veteranos como Gustavo) defendeu seu título com honra e galhardia, ao derrotar Cuba na final, por 3 a 1 (25/11, 24/26, 25/18 e 25/19). É a primeira vez em que o país ganha dois ouros consecutivos no vôlei masculino: antes de 2007, havia ganho em 1963 e 1983. Na disputa do terceiro lugar, a Argentina ganhou o bronze ao derrotar a briosa equipe mexicana por 3 a 2 (25/18, 22/25, 20/25, 25/22 e 15/13).

Atletas brasileiros ganharam quatro medalhas de prata: no boxe, Róbson da Conceição (até 60 quilos) e Yamaguchi Florentino (até 81 quilos) foram derrotados em suas finais (evidentemente, para pugilistas cubanos); o mesmo ocorreu com a judoca Érika Miranda (até 52 quilos). Na canoagem, Niválter de Jesus também foi o segundo colocado, na categoria C1 (200 metros).

A canoagem também rendeu o bronze na categoria K2 masculino (200 metros). O mesmo ocorreu com o cavaleiro Bernardo Alves, no concurso individual de saltos do hipismo; com a equipe masculina de sabre na esgrima; com a judoca Sarah Menezes, na categoria até 48 quilos; com a carateca Valéria Kumizaki, até 55 quilos; e com a seleção masculina de polo aquático, que derrotou Cuba por 14 a 7 na disputa do terceiro lugar. Na final, os Estados Unidos venceram o Canadá por 7 a 3, ganhando o ouro e a vaga imediata em Londres.

Depois de uma campanha vexatória na primeira fase, restou à seleção masculina de basquete disputar o quinto lugar contra o Canadá. Desta vez, não houve maiores sustos: os brasileiros venceram por 74 a 56. A final será entre México (71 a 55 nos Estados Unidos) e Porto Rico (85 a 77 na República Dominicana). É a segunda vez consecutiva em que os porto-riquenhos disputam a final do basquete contra os anfitriões do Pan (perderam para o Brasil em 2007).

Na estreia do rúgbi de sete no programa pan-americano, a seleção masculina jogou mal a sua primeira partida e foi massacrada pelo Canadá: 45 a 0. Na segunda rodada, o Brasil empatou em 19 a 19 com os Estados Unidos; na terceira, derrotaram o Chile por 14 a 7. Terceiro colocado em seu grupo, o Brasil enfrentará o Uruguai nas quartas de final, na primeira partida do último dia do torneio.

Após o penúltimo dia de competições, o Brasil soma 47 medalhas de ouro, 35 de prata e 58 de bronze. Esta é a melhor campanha brasileira num Pan-Americano disputado fora do país.

Foto: Vipcomm

29.10.11

Mesmo ultrapassado, Brasil segue bem


Apesar das 18 medalhas (seis de ouro) conquistadas nesta sexta-feira, o Brasil acabou ultrapassado por Cuba, que teve um dia espetacular (principalmente no atletismo e no boxe) e assumiu a segunda colocação do quadro geral de medalhas dos Jogos Pan-Americanos, com 52 medalhas de ouro. O Brasil agora é o terceiro colocado, com 45 ouros, 30 pratas e 53 bronzes.

O destaque do dia veio da ginástica, onde Diego Hypolito ganhou mais um ouro, seu terceiro neste Pan, no salto sobre a mesa. Ele será o porta-bandeira brasileiro na cerimônia de encerramento, neste domingo. No feminino, sua irmã Daniele Hypolito conquistou duas medalhas de bronze, na trave e no solo.

Desempenhos marcantes vieram das pistas, com as medalhas de ouro nos revezamentos 4x100 masculino e feminino; as pratas de Kleberson Davide nos 800 metros rasos, Hudson de Souza nos 3.000 metros com obstáculos e a equipe do revezamento 4x400 feminino; e o bronze de Sabine Heitling, nos 3.000 metros com obstáculos feminino.

Nos tatames do judô, mais medalhas para o Brasil: ouro para Leandro Cunha (até 66 quilos) e Bruno Silva (até 73 quilos) e prata para Rafaela Silva (até 57 quilos). No caratê, ouro para Lucélia Ribeiro (até 68 quilos), e bronze para Jéssica Cândido (até 50 quilos) e Douglas Brose (até 60 quilos). Na canoagem, prata e vaga olímpica para a equipe masculina C2 (1.000 metros). Na esgrima, bronze para a equipe masculina de florete.

No polo aquático feminino, o Brasil venceu Cuba por 9 a 8 e ganhou o bronze. Na final, decidida apenas nos tiros diretos, os Estados Unidos derrotaram o Canadá por 27 a 26 (!) e ficaram com o ouro e a vaga olímpica em Londres.

No basquete masculino, o Brasil deu vexame de novo: depois de chegarem a abrir 20 pontos, os atuais tricampeões pan-americanos novamente travaram no último período, perderam por 85 a 77 para a República Dominicana e estão fora das semifinais, que serão Porto Rico x República Dominicana e Estados Unidos x México. Ao Brasil, terceiro colocado do Grupo B, restará disputar o quinto lugar contra o Canadá, terceiro colocado do Grupo A.

No vôlei masculino, porém, tudo dentro dos conformes: o Brasil derrotou a Argentina, de virada, por 3 a 1 (26/28, 27/25, 25/22 e 25/15). Enfrentará na final a seleção de Cuba, que teve muitas dificuldades, mas derrotou o anfitrião México por 3 a 2 (25/21, 25/27, 28/30, 25/15 e 17/15). Será a reedição da final do Mundial do ano passado, vencida pelos brasileiros por 3 a 0. Porém, a expectativa é de que não haverá facilidade desta vez.

Foto: Photoegrafia