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| Foto: Reuters |
16.8.16
Um dia altamente produtivo para o esporte brasileiro
9.8.16
Uma recuperação histórica
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| Foto: Pedro Kirilos/Agência O Globo |
22.12.13
As meninas do handebol conseguem sua grande glória
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| Foto: AFP |
3.8.13
Cielo, o primeiro tricampeão mundial
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| Foto: AP |
7.9.12
Daniel Dias, o maior paralímpico brasileiro
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| Foto: London2012.com |
2.9.12
O garoto que venceu um mito
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| Foto: London2012.com |
7.7.12
Rodrigo Pessoa será o porta-bandeira brasileiro nos Jogos
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| Foto: Cezar Loureiro/Agência O Globo |
20.12.11
Cielo e Murer, novamente os melhores
Foi realizada ontem, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a 13ª edição do Prêmio Brasil Olímpico, a maior premiação do esporte nacional. Foram entregues prêmios aos melhores atletas de cada modalidade, olímpica ou não, e também aos atletas jovens e universitários.
Os mais importantes prêmios da noite foram entregues no final da cerimônia. Pela segunda vez consecutiva, Fabiana Murer, campeã mundial e vice-campeã pan-americana do salto com vara, foi eleita a melhor atleta feminina do ano, concorrendo com Fabiana Beltrame (campeã mundial da categoria single skiff do remo) e Maurren Maggi (tricampeã pan-americana do salto em distância). E, pela terceira vez em quatro anos (ganhara em 2008 e 2009), o nadador César Cielo Filho, bicampeão mundial e pan-americano dos 50 metros livre, além de mais um título mundial (50 metros borboleta) e três ouros pan-americanos, conquistou o prêmio de melhor atleta masculino, ao superar Diego Hypolito (bicampeão pan-americano do solo na ginástica artística) e Emanuel Rego (tricampeão mundial e bicampeão pan-americano no vôlei de praia).
Entre os treinadores, o prêmio no individual ficou com Rosicleia Campos, da equipe brasileira de judô; nos esportes coletivos, o vencedor foi o argentino Rubén Magnano, que ajudou a levar a seleção masculina de basquete a uma Olimpíada depois de 16 anos. O Prêmio Adhemar Ferreira da Silva ficou com Bernard Rajzman, integrante da Geração de Prata do vôlei e chefe da delegação brasileira nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara (o será também nas Olimpíadas de Londres).
Foto: Agência Estado
11.9.11
Um retorno histórico!

Foto: AFP
2.9.11
Um título inédito para o remo brasileiro
Essa está sendo a semana das Fabianas para o esporte nacional: depois do título conquistado por Fabiana Murer no salto com vara do Campeonato Mundial de Atletismo, que está sendo disputado em Daegu, na Coreia do Sul, é a vez de Fabiana Beltrame alcançar um feito inédito para o esporte brasileiro.
No Campeonato Mundial de Remo, em Bled, na Eslovênia, Beltrame conquistou o ouro na categoria single skiff feminino, prova de dois quilômetros, com o tempo de 7'44"58. A prata ficou com a suíça Pamela Weisshaupt, com 7'48"24, e o bronze com a alemã Lena Müller, com 7'50"44. É a primeira medalha de ouro de uma atleta brasileira na história da competição, disputada desde 1962 e que está na sua 40ª edição.
Foto: Reuters
30.8.11
Fabiana Murer, campeã do mundo
Nesta terça-feira, pela primeira vez, um atleta brasileiro foi ao alto do pódio num Campeonato Mundial de Atletismo. A saltadora Fabiana Murer, que já havia sido campeã do mundo em pista coberta no ano passado, conquistou o título mundial no salto com vara, na competição que está sendo disputada em Daegu, na Coreia do Sul.
Murer conquistou o ouro saltando 4m85, igualando o recorde sul-americano estabelecido no ano passado. A prata ficou com a alemã Martina Strutz, que saltou 4m80, e o bronze com a russa Svetlana Feofanova, com 4m75. A também russa Yelena Isinbayeva, recordista mundial, não passou de 4m65, terminando na sexta colocação. A polonesa Anna Rogowska, que tentava o bicampeonato, terminou apenas em décimo.
Com o título mundial, Fabiana Murer chega com moral para as Olimpíadas de Londres, no ano que vem. Antes, ela tentará o bicampeonato pan-americano em outubro deste ano, em Guadalajara.
Foto: Reuters
28.2.10
Um fecho olímpico com chave de ouro
A última medalha de ouro das Olimpíadas de Inverno de 2010 não poderia vir de outra forma senão com muita emoção e muito drama. O torneio masculino do hóquei sobre o gelo foi decidido pelo maior clássico mundial da modalidade. Estados Unidos e Canadá fizeram um jogo emocionante que arrebatou o Canada Hockey Place e as torcidas que lotavam o local.
Os canadenses fizeram o primeiro gol no primeiro período, com Jonathan Toews. No segundo, Corey Perry marcou 2 a 0, mas o norte-americano Ryan Kesler diminuiu cinco minutos depois, num belo desvio com o taco, que enganou o goleiro Roberto Luongo. O terceiro período foi lá e cá, com as duas seleções buscando o ataque o tempo todo. Faltando meros 24 segundos para o final do jogo, com os norte-americanos tendo substituído o goleiro Ryan Miller por um jogador de linha, Zach Parise empatou a partida, levando para a prorrogação.
No tempo extra, com o recurso da morte súbita (a equipe que marcasse o primeiro gol ganharia a partida), os canadenses pareciam não estar abalados com o empate nos segundos finais. Jogaram melhor e buscaram o ataque o tempo todo. A persistência foi premiada com o gol de Sidney Crosby, faltando cerca de 12 minutos para o final da partida. O gol do título levou a torcida local ao delírio, orgulhosa que estava com a melhor seleção do mundo, a maior campeã olímpica do hóquei sobre o gelo (este foi o oitavo título do Canadá nas Olimpíadas). Na disputa do terceiro lugar, a Finlândia derrotou a Eslováquia por 5 a 3 e ficou com a medalha de bronze.
O octacampeonato olímpico no hóquei sobre o gelo coroou o fantástico desempenho do país-sede nas XXI Olimpíadas de Inverno. O Canadá, que não havia conquistado nenhuma medalha de ouro olímpica em casa antes dos Jogos de Vancouver, terminou em primeiro lugar no quadro de medalhas: 14 ouros, 7 pratas e 5 bronzes, 26 medalhas no total. A Alemanha acabou em segundo, com 10 ouros; os Estados Unidos em terceiro, com 9 ouros, tendo a vantagem de mais medalhas de prata que a Noruega, quarta colocada; a Coreia do Sul acabou em quinto, com 6 medalhas de ouro.
Os XXII Jogos Olímpicos de Inverno serão disputados em Sochi, na Rússia, de 7 a 23 de fevereiro de 2014.
18.12.09
Virou lugar comum, mas Cielo segue fazendo história

O nadador César Cielo Filho, campeão e recordista mundial dos 100 metros livre, segue confirmando a condição de maior nadador brasileiro de todos os tempos. Nesta sexta-feira, ele bateu o recorde mundial dos 50 metros livre, prova da qual ele também é campeão mundial, além de ser campeão e recordista olímpico. No Torneio Aberto de Natação de São Paulo, realizado no Esporte Clube Pinheiros (agremiação que defende), ele fez a marca de 20"91, batendo em três centésimos a marca anterior, pertencente ao francês Frédérick Bousquet (20"94). Essa foi a última competição com o uso dos chamados supermaiôs, que ajudam a adaptar melhor o nadador ao impacto das águas na piscina e não poderão mais ser utilizados a partir do ano que vem. Portanto, os recordes obtidos até este ano deverão demorar um pouco para serem batidos.
30.7.09
Cielo segue fazendo história na natação
Quase um ano depois de ser o primeiro nadador brasileiro a ganhar uma medalha de ouro em Jogos Olímpicos, nos 50 metros livre, César Cielo Filho segue confirmando sua condição de maior nome da história da natação brasileira. Nesta quinta-feira, no Mundial de Roma, Cielo não só foi campeão mundial dos 100 metros livre como também estabeleceu o novo recorde mundial da prova, com 46"91 - isso não acontecia na competição, entre brasileiros, desde 1982, quando Ricardo Prado foi também campeão e recordista mundial, nos 400 metros medley, em Guaiaquil, no Equador. Dois franceses completam o pódio: Alain Bernard (47"12) com a prata, Fréderic Bousquet (47"25) com o bronze. O também brasileiro Nicholas Oliveira acabou em oitavo, com 48"01.
É a consagração de um grande nadador, que luta contra todas as dificuldades inerentes a um atleta olímpico brasileiro botando a mão na massa. Mora, estuda e treina nos Estados Unidos, o que lhe possibilita ser mais competitivo e ganhar importantes provas internacionais. Cielo é o atual recordista olímpico e pan-americano, e pela primeira vez estabelece um recorde mundial. Como já escrevemos aqui: vem mais por aí. Cielo não é o futuro da nossa natação, já é a realidade.
22.8.08
O ouro da superação

Esta sexta-feira foi, sem dúvida, o melhor dia para o Brasil nestas Olimpíadas de Pequim. Mesmo sem ter começado bem, com a derrota, no vôlei de praia, da dupla Márcio/Fábio Luiz para os norte-americanos Dalhausser/Rogers por 2 a 1 (23/21, 17/21 e 15/4), e a conseqüente medalha de prata (o bronze ficou com outra dupla brasileira, Emanuel/Ricardo, que derrotou Renato "Geor"/Jorge "Gia", da Geórgia, por 2 a 0, parciais de 21/15 e 21/10).
Na quadra, o vôlei brasileiro se classificou a sua segunda final seguida, a quarta na história olímpica: derrotou a Itália, de virada, por 3 a 1 (19/25, 25/18, 25/21 e 25/22), e enfrentará na decisão a seleção dos Estados Unidos, única invicta até o momento e que se revela uma pedra no sapato do vôlei do Brasil.
No futebol, a Seleção de Dunga se redimiu em parte da vexaminosa derrota para a Argentina nas semifinais: goleou a Bélgica por 3 a 0, em Xangai, e ficou com a medalha de bronze.
Mas foi no Estádio Nacional de Pequim, onde são disputadas as provas de atletismo, que o Brasil mostrou seus melhores resultados. Nas duas provas do revezamento 4x100 metros, as equipes masculina e feminina do Brasil coneguiram dois quartos lugares. Colocação honrosa, levando-se em consideração que o nosso atletismo de velocidade está apenas engatinhando no feminino, e o masculino vive um período de renovação. Continuando um trabalho sério, vislumbra-se um grande futuro.
Mas o melhor do dia (e um dos melhores momentos do atletismo nacional em todos os tempos) foi o ouro de Maurren Higa Maggi no salto em distância, com 7,04 metros (apenas um centímetro à frente da segunda colocada, a russa Tatyana Lebedeva - a nigeriana Blessing Okagbare ficou com o bronze). O resultado histórico coroa o esforço da saltadora, que chegou a se aposentar do esporte em 2005, depois de cumprir suspensão por doping, que até hoje ela considera injusta. A decisão de voltar valeu a pena: Maurren Higa Maggi se tornou a primeira atleta brasileira a conquistar uma medalha de ouro olímpica de forma individual, depois de 76 anos de participação feminina brasileira em Jogos Olímpicos.
Curiosidade: Nélio Moura, treinador de Maurren, também treina o panamenho Irving Saladino, campeão olímpico masculino do salto em distância. Talvez ele seja o primeiro treinador da história olímpica a ter seus atletas campeões, numa mesma modalidade, tanto no masculino quanto no feminino...






