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| Foto: Divulgação/FIVB |
9.7.12
Polônia ganha título inédito no vôlei e são definidos os grupos do basquete
6.7.12
Saturado, vôlei perde mais uma e preocupa
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| Foto: Divulgação/FIVB |
4.7.12
Brasil fica em situação difícil na Liga Mundial de Vôlei
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| Foto: Divulgação/FIVB |
1.7.12
Últimas definições no vôlei e no basquete
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| Foto: Divulgação/FIVB |
A boa notícia para o vôlei surgiu para os homens: a seleção masculina se classificou para a segunda fase da Liga Mundial, como a melhor segunda colocada da primeira fase (obteve 26 pontos no Grupo B, atrás da Polônia, que ficou com 29). Ainda falta um grupo a ser disputado, o C, em que a vice-líder França tem 21, três atrás dos Estados Unidos, e só pode chegar a 24. O primeiro colocado deste grupo estará no Grupo E da segunda fase, a ser disputada em Sófia, na Bulgária, com os anfitriões e a Alemanha. No Grupo F, o Brasil enfrentará Cuba (que eliminou a Rússia, atual campeã) e, novamente, a Polônia.
No basquete, foram definidos os últimos cinco classificados para o torneio olímpico feminino, através do Pré-Olímpico disputado em Ancara, na Turquia. Croácia, República Tcheca, Turquia e França obtiveram suas vagas por suas vitórias nas quartas de final. As seleções derrotadas (Canadá, Argentina, Japão e Coreia do Sul, respectivamente) fizeram um torneio eliminatório pela última vaga. As canadenses derrotaram as argentinas e as japonesas venceram as sul-coreanas, tendo o direito de jogar entre si pela vaga olímpica. O jogo foi neste domingo, e o Canadá venceu o Japão por 71 a 63.
Com o último classificado, assim ficaram os grupos do torneio feminino de basquete dos Jogos Olímpicos de Londres:
Grupo A: Angola, China, Croácia, Estados Unidos, República Tcheca e Turquia
Grupo B: Austrália, Brasil, Canadá, França, Grã-Bretanha e Rússia
O Brasil estreia no dia 28 de julho, contra a França. No dia 30, enfrenta a Rússia; no dia 1º de agosto, a Austrália; no dia 3, o Canadá; e, no dia 5, a Grã-Bretanha.
Nesta segunda-feira (até o próximo domingo), começa a ser disputado o Pré-Olímpico Masculino de Basquete, em Caracas, na Venezuela. Serão disputadas as últimas três vagas para Londres.
21.5.12
Brasil tem começo ruim na Liga Mundial
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| Foto: Divulgação/FIVB |
10.7.11
Fica pra próxima
Não deu. Numa final emocionante na cidade polonesa de Gdansk, o Brasil perdeu a chance de conquistar seu décimo título da Liga Mundial de Vôlei. A Rússia ganhou a competição pela segunda vez ao vencer por 3 a 2 (23/25, 27/25, 25/23, 22/25 e 15/11). Na disputa do terceiro lugar, a anfitriã Polônia venceu a Argentina por 3 a 0 (25/18, 25/23 e 25/22).
Os próximos desafios dos comandados de Bernardinho neste ano serão os Jogos Pan-Americanos, na cidade de Guadalajara, e a Copa do Mundo, no Japão - classificatória para as Olimpíadas de Londres. O Brasil defenderá o título nas duas competições.
Foto: AP
9.7.11
Mais uma vez, Brasil tem a Rússia pela frente

Pelo segundo ano consecutivo, Brasil e Rússia farão a final da Liga Mundial de Vôlei. O Brasil, que tenta seu décimo título da competição (o terceiro seguido), derrotou a Argentina na semifinal por 3 a 0. O placar sugere um jogo fácil, mas a atual boa fase do vôlei argentino desmente tal pensamento. As parciais foram equilibradíssimas (25/22, 42/40 e 25/23), o que permite imaginar que os vizinhos voltarão a dar trabalho num futuro não tão distante. Já a Rússia venceu a anfitriã Polônia por 3 a 1 (25/22, 25/23, 22/25 e 25/17).
Neste domingo, em Gdansk, brasileiros e russos farão sua quinta final da Liga Mundial. Os brasileiros estão em vantagem, com três vitórias. A primeira conquista da Liga, em 1993, foi numa final contra a Rússia: vitória por 3 a 0, em São Paulo. As demais vitórias brasileiras foram por 3 a 1: em 2007, na cidade polonesa de Katowice, e no ano passado, em Córdoba, na Argentina. E a única vez em que a Rússia ganhou a Liga Mundial, em 2002, foi exatamente numa final contra o Brasil: vitória por 3 a 1, em Belo Horizonte.
8.7.11
Brasil na semifinal da Liga Mundial
Está em disputa na Polônia a fase final da Liga Mundial de Vôlei, e o Brasil segue firme em busca do decacampeonato. Na cidade de Gdansk, os atuais tricampeões mundiais já completaram sua participação no Grupo F. Os jogos não foram nada fáceis: nas duas primeiras rodadas, o Brasil obteve difíceis vitórias, de virada, sobre Cuba, por 3 a 2 (18/25, 21/25, 25/16, 30/28 e 15/12), e Estados Unidos, por 3 a 1 (15/25, 25/22, 25/22 e 25/15) - ou seja, as reedições das últimas finais do Mundial e das Olimpíadas.
Na última rodada, o Brasil, já classificado, reeditou a final da própria Liga Mundial do ano passado, contra a também garantida Rússia (foto). Mais relaxados, os brasileiros sucumbiram ao maior volume de jogo dos russos, que venceram sem dificuldades, por 3 a 0 (25/20, 25/20 e 25/17). Com isso, a Rússia se classificou em primeiro no Grupo F, e o Brasil foi o segundo colocado.
Apesar da derrota, o Brasil garantiu a hegemonia da Liga Mundial por pelo menos mais um ano, já que a Itália, oito vezes campeã, foi eliminada pela Bulgária, ao perder por 3 a 0 (25/22, 25/22 e 25/21). Os brasileiros enfrentarão a renascida Argentina na semifinal.
26.7.10
Enfim, o Brasil assume a hegemonia na Liga Mundial
O que parecia impossível até dez anos atrás, aconteceu. Ontem à noite, ao vencer a Rússia por 3 a 1 (25/22, 25/22, 16/25 e 25/23) em Córdoba, na Argentina, o Brasil sagrou-se campeão da Liga Mundial de Vôlei pela nona vez em sua história, assumindo a liderança dos campeões da competição anual, com a Itália havia mais de duas décadas. Os italianos, com seu vôlei no auge, na época em que foram tricampeões mundiais (1990, 1994 e 1998), ganharam oito das onze primeiras edições da Liga (entre 1990 e 2000, a Itália só não foi campeã em 1993, 1996 e 1998). No primeiro ano do novo século, o Brasil tinha apenas um título conquistado, exatamente o de 1993, em São Paulo. Desde então, em dez edições, foram oito conquistas, sendo cinco seguidas, de 2003 a 2007. Curiosamente, nesse período, o Brasil só não foi campeão nas duas fases finais disputadas em casa: em 2002, em Belo Horizonte, quando perdeu a final para a própria Rússia, e em 2008, no Rio de Janeiro, quando acabou em quarto lugar.
Agora, é pensar no futuro e na renovação que está sendo feita, com brilhantismo, pelo treinador Bernardo Rezende, o Bernardinho. A geração bicampeã mundial em 2002 e 2006, campeã pan-americana em 2007 e olímpica em 2004 (além da prata de 2008) está sendo sucedida por novos jogadores, corroborando o legado da mais bem sucedida modalidade esportiva presente no país. No fim de setembro, começará o Campeonato Mundial, na Itália, em que o Brasil tentará o tricampeonato. Mas o projeto vai mais longe: para as duas próximas Olimpíadas, em 2012 (Londres) e 2016 (Rio de Janeiro). Falando a verdade, será difícil prever onde essa fase espetacular do vôlei brasileiro irá parar.




