4.7.12

Brasil fica em situação difícil na Liga Mundial de Vôlei


Foto: Divulgação/FIVB
O Brasil jogou mal e foi derrotado por Cuba, nesta quarta-feira, por 3 a 0 (25/19, 26/24 e 25/22), e ficou em situação complicada na fase final da Liga Mundial, que está sendo disputada em Sófia, na Bulgária. O jogo foi válido pela primeira rodada do Grupo F, que conta ainda com a Polônia, que o Brasil enfrentará nesta quinta. Os cubanos, atuais vice-campeões mundiais, são os únicos classificados nesta fase final a não obterem vaga nos Jogos Olímpicos de Londres (a exemplo do que ocorreu com a equipe feminina), e até por isso veem nesta Liga Mundial a grande chance de um título importante neste ano. Já o Brasil, atual tricampeão mundial, vice-campeão da própria Liga no ano passado e medalhista olímpico de prata em 2008, não vive boa fase, causando preocupação na torcida para 2012 (já que estará num grupo difícil) e ressaltando a importância de melhor entrosamento para 2016, em que será o anfitrião. Sua próxima adversária, a seleção polonesa, venceu três das quatro partidas que fez contra os brasileiros na primeira fase da Liga.

No Grupo E, a anfitriã Bulgária derrotou a Alemanha por 3 a 1 (26/28, 25/19, 29/27 e 25/19), ficando em boa situação para se classificar às semifinais. Na segunda rodada, os alemães enfrentarão os Estados Unidos.

1.7.12

Últimas definições no vôlei e no basquete

Foto: Divulgação/FIVB
No primeiro dia do mês em que começam a ser disputados os Jogos da XXX Olimpíada, momentos decisivos para as seleções de vôlei e basquete. No vôlei, a seleção brasileira feminina, mesmo com a vitória por 3 a 1 (25/21, 23/25, 25/20 e 25/15) sobre a Turquia - a quem enfrentará na primeira fase em Londres -, ficou com o vice-campeonato do Grand Prix, cuja fase final foi disputada na cidade chinesa de Ningbo. O título, mais uma vez (a terceira seguida e a quinta na história), ficou com os Estados Unidos, que derrotaram a anfitriã China por 3 a 0 (26/24, 25/21 e 27/25).

A boa notícia para o vôlei surgiu para os homens: a seleção masculina se classificou para a segunda fase da Liga Mundial, como a melhor segunda colocada da primeira fase (obteve 26 pontos no Grupo B, atrás da Polônia, que ficou com 29). Ainda falta um grupo a ser disputado, o C, em que a vice-líder França tem 21, três atrás dos Estados Unidos, e só pode chegar a 24. O primeiro colocado deste grupo estará no Grupo E da segunda fase, a ser disputada em Sófia, na Bulgária, com os anfitriões e a Alemanha. No Grupo F, o Brasil enfrentará Cuba (que eliminou a Rússia, atual campeã) e, novamente, a Polônia.

No basquete, foram definidos os últimos cinco classificados para o torneio olímpico feminino, através do Pré-Olímpico disputado em Ancara, na Turquia. Croácia, República Tcheca, Turquia e França obtiveram suas vagas por suas vitórias nas quartas de final. As seleções derrotadas (Canadá, Argentina, Japão e Coreia do Sul, respectivamente) fizeram um torneio eliminatório pela última vaga. As canadenses derrotaram as argentinas e as japonesas venceram as sul-coreanas, tendo o direito de jogar entre si pela vaga olímpica. O jogo foi neste domingo, e o Canadá venceu o Japão por 71 a 63.

Com o último classificado, assim ficaram os grupos do torneio feminino de basquete dos Jogos Olímpicos de Londres:

Grupo A: Angola, China, Croácia, Estados Unidos, República Tcheca e Turquia
Grupo B: Austrália, Brasil, Canadá, França, Grã-Bretanha e Rússia

O Brasil estreia no dia 28 de julho, contra a França. No dia 30, enfrenta a Rússia; no dia 1º de agosto, a Austrália; no dia 3, o Canadá; e, no dia 5, a Grã-Bretanha.

Nesta segunda-feira (até o próximo domingo), começa a ser disputado o Pré-Olímpico Masculino de Basquete, em Caracas, na Venezuela. Serão disputadas as últimas três vagas para Londres.

27.6.12

30 dias para Londres, 1.500 para o Rio

Foto: Reuters
Neste dia 27 de junho, falta exatamente um mês para a cerimônia de abertura dos Jogos da XXX Olimpíada, no Estádio Olímpico de Londres. Como era de se esperar, a capital britânica vive dias agitados, tanto nos preparativos para sediar a maior festa do esporte mundial quanto nos bastidores, com a greve dos serviços públicos da cidade. De todo modo, ainda há ingressos à venda para diversas competições (notadamente o futebol) e a cidade se enfeita para o evento.

Até o momento, o Brasil conta com 246 atletas em 32 modalidades olímpicas - o número está bem próximo da meta de 250 atletas, estabelecida pelo COB. O objetivo é ganhar o máximo possível de experiência, para que eles possam ser bons anfitriões e ganhar medalhas em 2016, no Rio. Falando nisso, também hoje, faltam 1.500 dias para a abertura dos Jogos da XXXI Olimpíada, no Maracanã.

10.6.12

Grupos do vôlei olímpico definidos

Foto: Divulgação/CBV
Com os quatro últimos classificados para o torneio masculino definidos pelos Pré-Olímpicos (Sérvia, Austrália, Bulgária e Alemanha), foram divulgados pela FIVB os grupos do torneio masculino de vôlei dos Jogos Olímpicos de Londres. Diferentemente do que ocorre na grande parte das modalidades, não foi realizado um sorteio para a formação dos grupos. Eles foram formados através da classificação de cada seleção no ranking mundial da entidade, tanto no masculino quanto no feminino.

De acordo com a colocação de cada equipe, e considerando-se que o país-sede encabece uma chave e o líder do ranking a outra chave, os grupos do torneio masculino são os seguintes:

Grupo A: Grã-Bretanha, Itália, Polônia, Argentina, Bulgária e Austrália
Grupo B: Brasil, Rússia, Estados Unidos, Sérvia, Alemanha e Tunísia

O mesmo procedimento foi usado no feminino, com os grupos divulgados algumas semanas antes:

Grupo A: Grã-Bretanha, Japão, Itália, Rússia, República Dominicana e Argélia
Grupo B: Estados Unidos, Brasil, China, Sérvia, Turquia e Coreia do Sul

Em ambas as competições, as seleções se enfrentam dentro dos próprios grupos, com os quatro primeiros de cada chave se classificando às quartas de final. As tabelas dos dois torneios serão definidas posteriormente pela FIVB.

8.6.12

Aumento da cobrança do COI, nada mais natural

Em visita da comitiva do Comitê Olímpico Internacional nesta semana, a presidente da comissão de coordenação dos Jogos da XXXI Olimpíada e dos XV Jogos Paralímpicos, Nawal el-Moutawakel, demonstrou certa preocupação com os prazos de cumprimento das obras até 2016 - principalmente em dois pontos fundamentais para a realização dos Jogos: o Parque Olímpico da Barra da Tijuca e o Centro Olímpico de Deodoro, considerados os dois centros mais importantes. É a primeira cobrança do COI aos organizadores cariocas desde outubro de 2009 - mas está longe de ser surpreendente.

Os Jogos Olímpicos de Londres, os últimos antes dos do Rio, terão seu início no final do mês que vem, em 27 de julho. Em 12 de agosto, será realizada a cerimônia de encerramento dos Jogos da XXX Olimpíada e, evidentemente, todos os olhos dos amantes do esporte no mundo estarão voltados para o Rio de Janeiro, onde as Olimpíadas serão disputadas, de 5 a 21 de agosto de 2016. Nada mais natural, portanto, que a cobrança aumente por parte do COI. E que os organizadores cariocas tenham que pôr a mão na massa.

Por outro lado, o fato mostra a seriedade com que o Comitê Olímpico Internacional trata seu principal produto, em contraponto com o desleixo da FIFA durante longo tempo com o Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014. Desde o começo, o COI monitora tudo o que for possível, com uma comissão distinta da que acompanha os preparativos para a Olimpíada de 2012, de forma que não haja atrasos. O certo é que uma nova comissão acompanhará desde já os preparativos para as Olimpíadas de 2020, poucos dias depois de 7 de setembro do ano que vem, quando a sede dos Jogos da XXXII Olimpíada for escolhida. Já a FIFA só pareceu ter despertado para os atrasos nos preparativos para a próxima Copa do Mundo lá por julho de 2010, quando o Mundial da África do Sul estava em seu final. Resultado: obras com cerca da metade do seu caminho (em algumas cidades, nem isso) faltando pouco mais de dois anos para o início do Mundial...

31.5.12

Definidos os grupos do handebol em Londres

Final pan-americana feminina de 2011. Foto: AFP
Foram sorteados os grupos dos torneios masculino e feminino de handebol dos Jogos Olímpicos de Londres. Em ambas as competições, serão doze seleções divididas em dois grupos de seis equipes cada, e as quatro primeiras de cada grupo se classificam às quartas de final.

No masculino, o Grupo A é considerado o mais difícil, em que estarão França (atual campeã mundial), Argentina (campeã pan-americana) e Grã-Bretanha (país-sede), além de Islândia, Suécia e Tunísia. No Grupo B, as forças são Dinamarca (vice-campeã mundial e campeã europeia) e Espanha (terceira no Mundial), acompanhadas de Coreia do Sul, Croácia, Hungria e Sérvia.

No feminino, o Brasil, tetracampeão pan-americano, está no Grupo A, considerado mais fácil. As adversárias mais fortes vieram dos pré-olímpicos de última chamada (Croácia, Montenegro e Rússia). As demais desafiantes (a anfitriã Grã-Bretanha e a campeã africana Angola) não devem assustar. Já o Grupo B é o mais complicado, com as quatro primeiras do Mundial (Noruega, França, Espanha e Dinamarca, respectivamente), além de equipes de respeito como Coreia do Sul (bicampeã olímpica e uma vez campeã mundial) e Suécia (atual vice-campeã europeia).

A modalidade será disputada de 28 de julho até o dia do encerramento dos Jogos, 12 de agosto.

24.5.12

COI define as finalistas para 2020


O Comitê Olímpico Internacional definiu nesta quarta-feira quais cidades continuam sonhando em sediar os Jogos da XXXII Olimpíada, em 2020. Em reunião realizada na cidade de Quebec, no Canadá, o COI elegeu Istambul (TUR), Madri (ESP) e Tóquio (JPN) as finalistas no processo que se encerrará no dia 7 de setembro de 2013, na 125ª Sessão do COI, em Buenos Aires. Baku (AZE) e Doha (QAT), as demais postulantes, ficaram pelo caminho pela segunda vez consecutiva - haviam sido previamente eliminadas na corrida para 2016.

Mesmo com a atual crise econômica (que fez Roma desistir de se candidatar, no começo deste ano), as três finalistas não economizam em ambição, mesmo porque experiência em eventos esportivos não falta a elas. Assim como aconteceu na eleição anterior (dentre as quatro finalistas, a cidade do Rio era a menos cotada no início da campanha), pode-se abrir um espaço para o hoje inesperado - leve-se em consideração que uma candidatura pode crescer bastante em menos de um ano e quatro meses. De todo modo, esta reta final se anuncia como sendo de alto nível. Melhor para as Olimpíadas, portanto.

21.5.12

Brasil tem começo ruim na Liga Mundial

Foto: Divulgação/FIVB
Neste final de semana, a seleção masculina de vôlei do Brasil jogou suas três primeiras rodadas na Liga Mundial, que estreou seu novo regulamento neste ano. Antes, cada seleção visitava seu adversário de grupo para duas partidas num mesmo fim de semana. Agora, são quatro quadrangulares, um em cada membro do grupo, em que as quatro seleções se enfrentam entre si, resultando no mesmo total de doze rodadas - porém, em no máximo quatro finais de semana.

O Brasil, maior campeão da competição, com nove títulos, e atual vice, está no Grupo B, com Canadá, Finlândia e Polônia. Os comandados pelo treinador Bernardinho Rezende não tiveram um bom começo de campanha: no primeiro dos quatro turnos desta primeira fase, disputado na cidade canadense de Toronto, a Seleção foi derrotada por 3 a 2 por Polônia (25/22, 27/25. 25/27, 22/25 e 15/12) e Canadá (25/23, 20/25, 25/20, 24/26 e 15/10). A equipe, mesmo contando com a volta do levantador Ricardinho depois de quase cinco anos, cometeu muitos erros de passe e recepção. Algumas mudanças foram feitas (como a substituição de Ricardinho por Bruno Rezende) e o Brasil, enfim, obteve sua primeira vitória na competição, derrotando a Finlândia por 3 a 1 (23/25, 25/13, 25/22 e 31/29). Depois deste primeiro turno, o Brasil ocupa a terceira colocação, com cinco pontos (um atrás da líder Polônia).

O segundo turno do Grupo B será entre os dias 1º e 3 de junho, em Katowice, na Polônia. A cidade paulista de São Bernardo do Campo receberá o terceiro turno, de 8 a 10 de junho. A finlandesa Tampere sediará o quarto e último turno, entre os dias 15 e 17 de junho.

No Grupo A da Liga Mundial de 2012, estão Cuba, Japão, Rússia e Sérvia. No Grupo C, estão Coreia do Sul, Estados Unidos, França e Itália. No Grupo D, estão Alemanha, Argentina, Bulgária e Portugal. O primeiro colocado de cada grupo e o melhor segundo colocado se classificam para a fase final, que será disputada de 4 a 8 de julho, em Sófia, na Bulgária (já classificada por ser o país-sede).

13.5.12

Defesa do título garantida

Foto: Vipcomm
O susto passou: atual campeã olímpica e vice-campeã mundial, a seleção brasileira feminina de vôlei defenderá o título este ano em Londres. Depois da quinta colocação na Copa do Mundo do ano passado, no Japão (em que classificaram-se para as Olimpíadas as três primeiras colocadas, Itália, Estados Unidos e China), chegou-se a temer que a equipe estivesse em má fase e com crises de relacionamento. Mas, pelo visto, as arestas foram aparadas e o Brasil sagrou-se campeão, neste domingo, do Torneio Pré-Olímpico Sul-Americano, disputado na cidade paulista de São Carlos.

As comandadas por José Roberto Guimarães fizeram uma campanha que pode ser considerada tão irretocável quanto previsível: quatro vitórias em quatro partidas disputadas. Na final, as brasileiras derrotaram o Peru por 3 a 0 (25/12, 25/16 e 25/9), completando a trajetória sem perder um set sequer. O Brasil junta-se no torneio feminino de vôlei a Grã-Bretanha (país-sede), as já citadas seleções italiana, norte-americana e chinesa (classificadas via Copa do Mundo), Argélia (campeã do Pré-Olímpico Africano), República Dominicana (campeã do Pré-Olímpico das Américas do Norte e Central) e Turquia (vencedora do Pré-Olímpico Europeu).

As últimas quatro vagas serão definidas no Pré-Olímpico Mundial, que começará a ser disputada por oito equipes no próximo sábado, no Japão. Uma das seleções classificadas será obrigatoriamente asiática (além das donas da casa, disputam a vaga continental as equipes de Coreia do Sul, Tailândia e Taiwan, classificadas através do Campeonato Asiático Feminino do ano passado). As demais três vagas serão disputadas por quatro seleções de outras zonas continentais, todas classificadas pelo ranking da FIVB (Rússia, atual bicampeã mundial; Cuba, tricampeã olímpica e que estava ameaçada de não competir por problemas financeiros, mas recebeu ajuda de custo dos organizadores; Sérvia e Peru, este classificado por causa da desistência do Quênia).

7.5.12

Crise financeira, boicotes, medo de deserção: a debacle do esporte cubano

Foto: Divulgação

No Pré-Olímpico Feminino das Américas do Norte e Central de Vôlei, a República Dominicana obteve vaga direta para Londres ao derrotar a tricampeã olímpica Cuba por 3 a 1 (25/18, 25/23, 27/29 e 25/20). Às cubanas, restaria lutar pela vaga no Pré-Olímpico Mundial que será disputado no Japão, a partir do próximo dia 19. Mas a tendência é que Cuba não o dispute, alegando problemas financeiros. Caso isso seja confirmado, será a primeira ausência das Morenas do Caribe no torneio olímpico feminino de vôlei desde 1988, quando Cuba boicotou as Olimpíadas de Seul, em suposta solidariedade à Coreia do Norte. Desde que retornou às Olimpíadas, foram três ouros (1992, 1996 e 2000), um bronze (2004) e um quarto lugar (2008).

Na verdade, muito mais do que o fechamento das torneiras provocado pelo colapso da União Soviética no começo dos anos 1990, o que provoca a decadência do esporte cubano (que vem se acentuando nos últimos anos) é o forte componente social-político. Uma ditadura comunista de mais de cinco décadas, a mais longa do Hemisfério Ocidental, o regime cubano segue com a proibição da profissionalização esportiva, algo extremamente anacrônico nos dias de hoje. Com isso, segue forte o número de esportistas cubanos que desertam de delegações do país, buscando garantir o futuro através de suas capacidades físicas. Um forte indício disso foi a não participação cubana nos Jogos Centro-Americanos e do Caribe de 2010, disputados na cidade porto-riquenha de Mayagüez.

Mas as consequências da crise financeira que atinge a ilha caribenha e a falta de investimentos no esporte do país são ainda mais evidentes: as Olimpíadas de 2008, em Pequim, foram as piores de Cuba em 40 anos, com apenas duas medalhas de ouro conquistadas (pela primeira vez desde 1960, os cubanos terminaram atrás do Brasil, que ganhou um ouro a mais, no quadro geral de medalhas). Nos Jogos Pan-Americanos, em que Cuba é a única grande potência olímpica a mandar força máxima, a situação também é grave: a última participação digna de registro foi em 2003, em Santo Domingo, na vizinha República Dominicana, com 72 ouros. Em 2007, no Rio, a quantidade de ouros já despencou para 59. A edição de 2011, em Guadalajara, com 58 ouros, foi a pior para o país desde 1975. Os cubanos ficaram na segunda colocação que costumam ocupar sempre no quadro, mas tiveram que cortar um dobrado para lutar por ela contra o Brasil, até os últimos dias do evento (o boxe foi a salvação da lavoura).

Pode-se dizer que a força de vontade dos esportistas cubanos, tendo que lutar contra tantas adversidades como falta de dinheiro, adiou por alguns anos a queda de rendimento do país em competições internacionais. Mas o temor de abandono de atletas das delegações do país mostra a cara do regime em toda a sua intransigência. Ou Cuba muda esse pensamento retrógrado e altamente prejudicial aos seus cidadãos - independentemente de serem atletas ou não -, ou a situação apenas irá piorar nos próximos anos.